segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Aprendendo e Crescendo



















Meu Nome e Eduarda

Ainda pequena com a idade de 9 anos curiosa como sou resolvi numa bela tarde sair sem rumo pela ruas das cidades aonde moro olhando, vi um lindo lugar. Aonde fiquei maravilhada com lindo restaurante, com mesas enfeitadas com flores e cores e gulosa como sempre diz minha mãe que logo percebeu o meu olhar atento na comida. Foi ai que vi um homem me chamar para entrar com todo o carinho e educação e deixando mais a vontade e mais segura, dando o sorriso resolvi me aproximar do local cheio de curiosidade entusiasmo comecei a olhar o que ele tinha na mesa e perguntei: o que era aquela comida bonita com folhagem e muitas cores de deixar água na boca, mais ao fica diante daquela situação observei que aproximava um homem grande com roupas largas e grande e um olhar assustador fiquei paralisada sem me mexer ouvir ele perguntar: já escolheu o pedido? Sim! Me traga um suco natural e um hambúrguer para essa criança encantadora e para mim, uma pizza calabresa e uma coca-cola, o gente que eu fiz foi de alegria e ansiedade pois não vi a hora de comer, ao sair o homem assustador sorri para o senhor e sentei na cadeira da mesa quietinha, quetinha, pois o homem ficou serio derrepente e pensativo e falou: como tenho saudade da época como era você, uma criançinha inocente no mundo de tribulação, olhando me perguntou? Você minha criançinha encantadora tem algum bichinho de estimação que gosta? Eu eduarda respondi: sim um cachorrinho que gosto muito, o nome ele e tupã ele e branquinho como a neve e irmão e irmã? Não tenho! Minha mãe disse que eu sou a única princesinha dela, e do que gosta? de brincar!  Falei tímida e curiosa vi que ele não parava de perguntar, e resolvi esperar a comida para come e ir embora, quando o homem se apresentou como João Linhares meu pai, já dado como morto em acidente de carro em Brasília e deixando eu e minha mãe. Sai correndo não querendo mais ficar ali, vi que ele corria também tentando me alcançar-me, mais corria, corria cada vez mais rápido, quando fui atropelada pelo um caminhão e morri, deixando a minha mãe sozinha.




A educação não e um fim em si mesmo, e um direito fundamental é um instrumento chave para mudar valores, comportamentos, e estilo de vida. Para alcançar um futuro sustentável é necessário formentar entre a população, a consciência da importância do meio ambiente. Uma forma das pessoas adquirirem essa consciência se dar por meio da educação

2 comentários:

  1. Olá querida Maria Neres,

    Estou aqui para te dizer que a vida tem sempre seus altos e baixos, as vezes parece que tudo está dando errado, e você pensa que nasceu para sofrer. Mas saiba que tudo na vida passa, e que Deus sempre tem o melhor para nós, no fim tudo da certo, e se ainda não deu certo para você é porque ainda não chegou ao fim.

    Então vamos animar e construir este lindo blog que eu sei que você é capaz.

    Um beijo...
    Silvana

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  2. Maura Silvana tem razão, não desanime, será apenas mais uma batalha prestes a ser vencida!
    Conte com a gente!

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