terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Jogos Pedagógicos - Amarelinha


Regras: 

O jogo consiste em pular sobre um desenho riscado com giz no chão, que também pode ter inúmeras variações. Em uma delas, exemplificada na figura ao lado, o desenho apresenta quadrados ou retângulos numerados de 1 a 10 e no topo o céu, em formato oval.
Tira-se na sorte quem vai começar. Cada jogador, então, joga uma pedrinha, inicialmente na casa de número 1, devendo acertá-la em seus limites. Em seguida pula, em um só nas casas isoladas e com os dois nas casas duplas, evitando a que contém a pedrinha.
Chegando ao céu, pisa com os dois pés e retorna pulando da mesma forma até as casas 2-3, de onde o jogador precisa apanhar a pedrinha do chão, sem perder o equilíbrio, e pular de volta ao ponto de partida. Não cometendo erros, joga a pedrinha na casa 2 e sucessivas, repetindo todo processo.
Se perder o equilíbrio, colocando a mão no chão ou pisando fora dos limites das casas, o jogador passa a vez para o próximo, retornando a jogar do ponto em que errou ao chegar a sua vez novamente.
Ganha o jogo quem primeiro alcançar o céu.
Em uma outra versão, mais complexa, o jogo não termina aí. Quem consegue chegar ao céu vira de costas e atira a pedrinha de lá. A casa onde ela cair passa a ser sua e lá é escrito o seu nome (caso não acerte nenhuma, passa a vez ao próximo jogador). Nestas casas com "proprietário", nenhum outro jogador pode pisar, apenas o dono, que pode pisar inclusive com os dois pés.
Nesta versão, ganha o jogo quem conseguir ser dono da maioria das casas.


3 comentários:

  1. Adoro brincadeiras antigas, ainda mais que os alunos podem aprender brincando como está que você escolheu.

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  2. É um ótimo jogo, pois desenvolve principalmente o equilíbrio e a coordenação motora.

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  3. É uma brincadeira que desenvolve a coordenação motora da criança, trabalha números, equilíbrio. Durante o ano passado trabalhei com Recreação e ao sugerir essa atividade aos meus alunos, uns diziam que era brincadeira de "menina", outros simplesmente não se interessavam, havia ainda os que diziam se tratar de brincadeira de "criancinha". Aos poucos fui deixando a brincadeira la, do lado, vez ou outra eu ia brincar com algumas alunas, passado um tempo, praticamente todos os meus alunos, independente de sexo ou idade, estavam brincando. O interessante foi ver que alunos maiores, tinham uma enorme dificuldade quanto ao equilibrio e depois de um tempo, a dificuldade não existia mais. Sem contar na diversão que era, uma fila enorme pra brincar e a Tia Vanuza no meio, brincando também. Meus alunos adoraram!

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